sexta-feira, 31 de maio de 2013

Rocca Maggiore Itaipu

Antecipe-se ao lançamento de 2 quartos em Itaipu Rocca Maggiore!!!

Apartamento de 2 quartos com suíte, varanda, lazer completo na Região Oceânica - Rocca Maggiore!!!!

Antecipe-se ao lançamento e faça seu cadastro reserva!!!!


Fotos para Pré Lançamento de 2 quartos em Itaipu Rocca Maggiore

sábado, 25 de maio de 2013

Pré Lançamento Rocca Maggiore Itaipu - Crédito Associativo


Antecipe-se ao Lançamento do Rocca Maggiore Itaipu!!!! Somente 24 unidades de apartamento tipo e 2 Coberturas Lineares!!!! Melhor preço da Região Oceânica e a facilidade do Crédito Associativo!!!



Contato: Priscilla Rangel
(21) 77577620

priscillarangel.corretora@gmail.com


1. O que é o crédito associativo?

a. O crédito associativo é o financiamento à produção da Caixa que demanda a formação de um primeiro grupo, cujos financiamentos, FGTS e subsídio somam o custo da obra da primeira fase de torres mais toda a área comum do empreendimento.

2. Qual a diferença entre repasse e crédito associativo?

a.O repasse é o momento em que o cliente efetiva o financiamento junto à Caixa e ocorre somente após a entrega das chaves. Os incorporadores que fazem somente o repasse e não utilizam o crédito associativo não obtém os recursos para financiamento à produção da Caixa, mas de outras fontes de capital tais como abertura de ações em bolsa, adiantamento de recebíveis com bancos entre outros. Neste caso o incorporador demanda do cliente em torno de 30% do valor do apartamento até a entrega das chaves, pois não tem 100% do capital para financiamento da obra.

3. Porque o crédito associativo dá mais vantagens para o cliente?

a.Ele dá mais vantagens porque a Caixa efetua análise técnica e jurídica do empreendimento e mantém sob sua gestão os recursos necessários para a conclusão das obras e legalização do empreendimento, além de efetuar vistorias mensais na obra para liberação dos recursos. O cliente conta também com o Seguro de garantia de término de obra, além dos seguros que cobrem desemprego e morte e invalidez permanente, que no caso de morte ou invalidez permanente o financiamento é quitado.

4. Quais as “desvantagens” do crédito associativo?

a.A Caixa é bastante exigente e tem uma burocracia maior para aprovar o financiamento do cliente. Ela tem várias instâncias de aprovação e a documentação pedida para o cliente é bastante extensa, podendo o correspondente pedir repetidas vezes a mesma documentação ou outras que a Caixa venha a exigir, além de atualizações dos documentos entregues anteriormente. Por essas razões é possível que um empreendimento demore um pouco mais que o normal para ter suas obras iniciadas e o contrato com a Caixa assinado.

5. Porque a Caixa nega um financiamento, ou aprova um valor abaixo ou acima do proposto ?

a.A Caixa não divulga a política de crédito aplicada, entretanto ela deixa claro que o histórico de crédito, endividamento e até mesmo a conjuntura econômica influenciam na aprovação e definição de limites. Esta informação é confidencial e a Caixa não comunica as razões para o incorporador ou o cliente. Temos que apenas aplicar a decisão tomada por ela.

6. Quais são as requisições para o cliente ter o crédito aprovado pela Caixa e assinar o contrato?

a. Não ter o nome no SPC/Serasa até o dia da assinatura do contrato
b. Estar com a situação regular perante a Recita Federal
c.Documentação:
i. RG e CPF
ii. Certidão de casamento ou nascimento atualizada com menos de 3 meses
iii. Comprovante de endereço com no máximo 30 dias
iv. Declaração do empregador caso trabalhe fora do município onde está comprando o imóvel ou a sede da empresa não se situe no município.
v. Hollerith dos últimos 3 meses, com atualização mensal até a assinatura com a Caixa
vi. Declaração de IR caso o salário seja maior que R$ 1500.
vii. Ter renda LIVRE o suficiente para pagar o financiamento, porém esta é uma avaliação da Caixa. Para se obter a renda livre deve-se descontar outros financiamentos, parcelamentos de cartões, empréstimos com bancos, pensões, aluguel e outras contas básicas.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Valorização da Região Oceânica - Rocca Maggiore Itaipu


Crescimento da região atrai moradores de cidades vizinhas e setor comercial. Com imóveis mais baratos e mais espaçosos em relação à Zona Sul, RO é boa opção para morar

Longe do vaivém dos bairros centrais de Niterói, a Região Oceânica continua sendo uma boa opção para pessoas que buscam mais qualidade de vida, com maior espaço e menos barulho, apontam especialistas. O local atrai principalmente moradores de cidades vizinhas, como São Gonçalo e Rio de Janeiro. Se antes a área era vista como um lugar isolado, a situação agora é outra. De acordo com o diretor da Grupo Imóveis, José Fernando Nunes, a maior quantidade de moradores do bairro atraiu o setor comercial.
“A Região Oceânica hoje já tem uma independência em relação ao Centro e Icaraí. O local já conta com uma infraestrutura de serviços e comércio, melhorando a vida de quem mora”, diz Nunes.
O administrador de empresas Ricardo Matias, de 59 anos, mora em Itaipu há 12 anos. Ele é um dos “imigrantes”. Veio de Alcântara, em São Gonçalo, e observou o crescimento da Região Oceânica na última década.
“Essa região continua muito tranquila, sem barulho de buzina o tempo todo nem aquela movimentação de pessoas, típica de Icaraí. Parece uma outra cidade dentro de Niterói”, avalia Matias.
Apesar do clima de tranquilidade, o local, assim como a maior parte da cidade, tem registrado um grande crescimento. Somente no ano passado, foram lançados cinco empreendimentos. Porém, o perfil no local não mudou. Segundo o diretor da Grupo Imóveis, 95% da região ainda é composta por casas.
“Houve muitos lançamentos imobiliários na Região Oceânica nos últimos anos, mas o perfil do local ainda é de casas e deve permanecer assim. Eu acredito que a Prefeitura não deve liberar a construção de edifícios com muitos andares”, diz Nunes.
Ainda de acordo com o diretor da Grupo Imóveis, apesar da objeção de alguns moradores, o lançamento de empreendimentos revitalizou algumas áreas, como no caso da entrada de Itacoatiara. “Ali era um local muito ruim, mal cuidado. Os lançamentos tornaram aquele lugar muito melhor, com mais movimento e melhor infraestrutura”.
A advogada Tatiana Coutinho, de 39 anos, é outra que se sentiu atraída pela Região Oceânica. Ela, que também morava em São Gonçalo, comprou um imóvel em Itaipu em busca de tranquilidade e melhores opções de serviço e lazer para ela, seu marido e principalmente para a filha de 3 anos.
“Onde eu morava não havia opções de lazer para minha filha, além do shopping. Na Região Oceânica temos a praia muito perto. Eu posso ir de bicicleta. E ainda tem menos movimento e mais espaço. Além disso, as melhores escolas estão abrindo filiais na Região Oceânica”, argumenta Tatiana.
Uma das queixas muito comuns de quem mora na Região Oceânica era o trânsito para chegar ao Rio e ao Centro da cidade. No entanto, para José Fernando Nunes, esses problemas estão sendo resolvidos com novas obras e medidas pontuais da Prefeitura.
“O trânsito realmente era um ponto que gerava muitas reclamações. Mas essa questão está sendo equacionada pela Prefeitura. Houve uma reengenharia por parte da prefeitura. Demorava-se mais de uma hora para chegar à Zona Sul. Agora, o tempo está em pouco mais de 30 minutos. A duplicação da Francisco da Cruz Nunes também vai desafogar ainda mais o trânsito”, diz.
A Região Oceânica também é uma boa opção também para investimento, avalia Nunes. Segundo ele, os preços dos imóveis são menores do que os praticados em outras regiões da cidade. “O aluguel de uma casa de bom nível está por R$ 2 mil. Os preços são bem menores do que os encontrados em outros bairros como Charitas e São Francisco”, conta.
Segundo o administrador de empresas Ricardo Matias, a procura do imóveis é bastante grande. Além do imóvel no qual mora, o administrador ainda possui outras duas casas que deixa alugada.
“Parece que as pessoas descobrem. Quando o contrato com um inquilino está terminando, outras pessoas começam a me procurar interessadas em alugar a casa. Eu não fico nem uma semana com o imóvel vazio. O mercado está muito aquecido”, constata Matias.
José Fernando Nunes explica que hoje, em média, um imóvel na Região Oceânica está saindo entre R$ 300 e R$ 400 mil. Tatiana Coutinho também foi atraída pelos preços mais em conta e perspectiva de crescimento e valorização do metro quadrado em Itaipu.
“O apartamento que compramos custou R$ 300 mil. Esse mesmo apartamento em outros bairros da cidade certamente estaria com valor bem mais caro. O custo-benefício compensou bastante. E isso também foi um grande atrativo para que comprássemos na Região Oceânica”, opina a advogada. 
Já o personal trainer Daniel Amorim, que mora em Camboinhas há 12 anos, diz que a perspectiva de valorização também atrai.
“Para quem tem imóvel é interessante essa supervalorização, pois consegue no mínimo duplicar o valor investido”, opina.




segunda-feira, 13 de maio de 2013

Rocca Maggiore Itaipu


Antecipe-se ao Pré Lançamento do 

Rocca Maggiore Itaipu 2 

quartos!!!!







Banhadas pelo Oceano Atlântico, as praias mais limpas de Niterói estão na direção da Região dos Lagos e protegidas pelas Lagoas de Piratininga e Itaipu. 
Na Praia de Piratininga, a primeira da região oceânica, ocorre uma divisão: ela abriga duas praias, a calma e pacata Prainha, lotada nos finais de semana por cariocas e niteroienses, e o agitado e violento Praião, contornado de traillers de petiscos do mar.

Para quem chega de barco à cidade, deve ir direto à Praia do Sossego, que não tem acesso direto para carros.

Espremida entre Camboinhas e Piratininga, ela é a eleita dos que passeiam nos finais de semana com lanchas e iates que saem da Marina da Glória, no Rio, ou do Iate Clube de Niterói. Quem pretende alugar um barco, pode ligar para a Saveiros & Cia (21 621-9078), que agenda passeios com três horas de duração.

O itinerário são as Praias de São Francisco e Icaraí, Fortaleza Santa Cruz, Praia da Urca (Rio) com parada para mergulho, Enseada de Botafogo (Rio), Flamengo (Rio), Ponte Rio Niterói, Ilha Fiscal e Bay Market.
Para quem deseja passar o dia na praia, a melhor opção é aPraia de Camboinhas, banhada de águas esverdeadas e areia macia. Salpicada de quiosques que vendem petiscos e frutos do mar fresquinhos, ela é freqüentada pelos amantes de esportes náuticos, como a pesca e o windsurfe.

Na região próxima à Praia do Sossego, com bonitos casarões debruçados na areia, o público é mais selecionado, pois só consegue chegar de carro. Já, a praia mais longe do Centro da cidade é Itacoatiara, uma das mais bem freqüentadas de Niterói, que preserva uma rica vegetação, águas cristalinas e azuladas que fazem a alegria dos surfistas.

Defendida por ser o camarote para o mais belo pôr-do-sol da cidade, a Praia de Itaipu é uma das áreas mais antigas de Niterói pela secular colônia de pescadores e pela Igreja de São Sebastião de Itaipu (21 2709-4056 / 5046), construída pelo padre José de Anchieta, no início do século 18. 




Contato: Priscilla Rangel
(21) 77577620

priscillarangel.corretora@gmail.com



sábado, 11 de maio de 2013

Valorização da Região Oceânica - Rocca Maggiore 2 quartos Itaipu


Crescimento da região atrai moradores de cidades vizinhas e setor comercial. Com imóveis mais baratos e mais espaçosos em relação à Zona Sul, RO é boa opção para morar

Longe do vaivém dos bairros centrais de Niterói, a Região Oceânica continua sendo uma boa opção para pessoas que buscam mais qualidade de vida, com maior espaço e menos barulho, apontam especialistas. O local atrai principalmente moradores de cidades vizinhas, como São Gonçalo e Rio de Janeiro. Se antes a área era vista como um lugar isolado, a situação agora é outra. De acordo com o diretor da Grupo Imóveis, José Fernando Nunes, a maior quantidade de moradores do bairro atraiu o setor comercial.
“A Região Oceânica hoje já tem uma independência em relação ao Centro e Icaraí. O local já conta com uma infraestrutura de serviços e comércio, melhorando a vida de quem mora”, diz Nunes.
O administrador de empresas Ricardo Matias, de 59 anos, mora em Itaipu há 12 anos. Ele é um dos “imigrantes”. Veio de Alcântara, em São Gonçalo, e observou o crescimento da Região Oceânica na última década.
“Essa região continua muito tranquila, sem barulho de buzina o tempo todo nem aquela movimentação de pessoas, típica de Icaraí. Parece uma outra cidade dentro de Niterói”, avalia Matias.
Apesar do clima de tranquilidade, o local, assim como a maior parte da cidade, tem registrado um grande crescimento. Somente no ano passado, foram lançados cinco empreendimentos. Porém, o perfil no local não mudou. Segundo o diretor da Grupo Imóveis, 95% da região ainda é composta por casas.
“Houve muitos lançamentos imobiliários na Região Oceânica nos últimos anos, mas o perfil do local ainda é de casas e deve permanecer assim. Eu acredito que a Prefeitura não deve liberar a construção de edifícios com muitos andares”, diz Nunes.
Ainda de acordo com o diretor da Grupo Imóveis, apesar da objeção de alguns moradores, o lançamento de empreendimentos revitalizou algumas áreas, como no caso da entrada de Itacoatiara. “Ali era um local muito ruim, mal cuidado. Os lançamentos tornaram aquele lugar muito melhor, com mais movimento e melhor infraestrutura”.
A advogada Tatiana Coutinho, de 39 anos, é outra que se sentiu atraída pela Região Oceânica. Ela, que também morava em São Gonçalo, comprou um imóvel em Itaipu em busca de tranquilidade e melhores opções de serviço e lazer para ela, seu marido e principalmente para a filha de 3 anos.
“Onde eu morava não havia opções de lazer para minha filha, além do shopping. Na Região Oceânica temos a praia muito perto. Eu posso ir de bicicleta. E ainda tem menos movimento e mais espaço. Além disso, as melhores escolas estão abrindo filiais na Região Oceânica”, argumenta Tatiana.
Uma das queixas muito comuns de quem mora na Região Oceânica era o trânsito para chegar ao Rio e ao Centro da cidade. No entanto, para José Fernando Nunes, esses problemas estão sendo resolvidos com novas obras e medidas pontuais da Prefeitura.
“O trânsito realmente era um ponto que gerava muitas reclamações. Mas essa questão está sendo equacionada pela Prefeitura. Houve uma reengenharia por parte da prefeitura. Demorava-se mais de uma hora para chegar à Zona Sul. Agora, o tempo está em pouco mais de 30 minutos. A duplicação da Francisco da Cruz Nunes também vai desafogar ainda mais o trânsito”, diz.
A Região Oceânica também é uma boa opção também para investimento, avalia Nunes. Segundo ele, os preços dos imóveis são menores do que os praticados em outras regiões da cidade. “O aluguel de uma casa de bom nível está por R$ 2 mil. Os preços são bem menores do que os encontrados em outros bairros como Charitas e São Francisco”, conta.
Segundo o administrador de empresas Ricardo Matias, a procura do imóveis é bastante grande. Além do imóvel no qual mora, o administrador ainda possui outras duas casas que deixa alugada.
“Parece que as pessoas descobrem. Quando o contrato com um inquilino está terminando, outras pessoas começam a me procurar interessadas em alugar a casa. Eu não fico nem uma semana com o imóvel vazio. O mercado está muito aquecido”, constata Matias.
José Fernando Nunes explica que hoje, em média, um imóvel na Região Oceânica está saindo entre R$ 300 e R$ 400 mil. Tatiana Coutinho também foi atraída pelos preços mais em conta e perspectiva de crescimento e valorização do metro quadrado em Itaipu.
“O apartamento que compramos custou R$ 300 mil. Esse mesmo apartamento em outros bairros da cidade certamente estaria com valor bem mais caro. O custo-benefício compensou bastante. E isso também foi um grande atrativo para que comprássemos na Região Oceânica”, opina a advogada. 
Já o personal trainer Daniel Amorim, que mora em Camboinhas há 12 anos, diz que a perspectiva de valorização também atrai.
“Para quem tem imóvel é interessante essa supervalorização, pois consegue no mínimo duplicar o valor investido”, opina.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Rocca Maggiore Itaipu

Antecipe-se ao Lançamento do Rocca Maggiore!!!!



Somente 24 unidades tipo e 2 coberturas Lineares!!!!

Apartamentos de 2 quartos com suíte, varanda, vaga na garagem de 73 a 76m2.

Coberturas Lineares 2 quartos, varanda, piscina, churrasqueira de 122 a 125m2



Cadastro Reserva!!!!

Priscilla Rangel
(21) 77577620

priscillarangel.corretora@gmail.com

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Lançamento Rocca Maggiore 2 quartos em Itaipu


Rocca Maggiore Itaipu - 2 quartos de 73 m2, 
suíte, varanda e vaga na garagem!!!


Poucas unidades!!!!


Faça o seu cadastro reserva!!!!


Priscilla Rangel
(21) 77577620




Vantagens ao adquirir um pré-lançamento:
1. Fechando um negócio antecipadamente você tem mais unidades à disposição.  Geralmente, além da procura por andares mais altos, a face do apartamento é determinante. Os chamados “face norte” são os primeiros a serem vendidos.
2. Quando um empreendimento é lançado, a primeira tabela de valores é chamada de tabela zero, que será reajustada no decorrer do tempo. Quanto antes o negócio for fechado, melhores as condições e menores os valores.
3. Em geral, até a entrega das chaves, o montante pago sobre o valor final gira em torno de30%. Quanto antes o negócio for fechado, maior o prazo que você terá para diluir este percentual e suavizar as parcelas e balões.
4. A personalização das plantas é uma possibilidade oferecida por diversas construtoras. Entretanto, se a obra estiver avançada, não é possível estas adaptações.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Cobertura Linear no Rocca Maggiore Itaipu




Excelente oportunidade de Coberturas no Rocca Maggiore Itaipu!!!!

Somente 2 Coberturas Lineares no empreendimento mais esperado do ano na região oceânica!!!
Faça seu cadastro reserva!!!!

A possibilidade de se ver livre do pagamento do aluguel e por em prática o sonho de possuir a casa própria tem se tornado cada vez mais acessível a muitos brasileiros.  Depois que o governo liberou o uso do FGTS para a compra ou quitação de imóveis, houve um enorme crescimento de compra tanto de patrimônios novos quanto usados.
Por conta do aumento da linha de crédito, facilidade de financiamento e da estabilidade econômica do país, muitas pessoas passaram a priorizar a compra de imóveis novos. Nesta procura, o destaque do mercado também é de crescimento de imóveis na planta, antes de serem construídos.
Para muitas pessoas, comprar um imóvel que ainda está na planta não é um bom negócio. O argumento verbalizado é que este processo pode pôr em risco as preferências e gostos. O que muitos não sabem ou não querem considerar é que há inúmeras vantagens de se comprar uma casa desta forma, ou seja, além de representar uma economia, você ainda terá a opção de escolher uma casa ou apartamento do jeito que sempre quis.
Mas não para por aqui. Comprar imóvel na planta gera outras vantagens das quais destacaremos abaixo:
- Condições de pagamento: Como este tipo de compra tem que ser algo planejado, o cliente tem a chance de obter maiores e melhores condições de pagamento. Como as ofertas das construtoras são tentadoras, são oferecidos muitos benefícios para facilitar na hora da quitação do débito. Geralmente, são exigidos 30% do valor do imóvel e o restante pode ser financiado pelo banco.
- Prazo de entrega: Comprando um imóvel desta forma, você já saberá quando o mesmo estará pronto. Isto ajuda bastante para quem está planejando investimentos futuros. Caso ocorra algum tipo de atraso, a certeza de que o imóvel será entregue do jeitinho que sempre sonhou é o fator mais importante.
- Taxa de condomínio baixa: Geralmente, os novos projetos de apartamentos e casas já são adaptados para facilitar a vida do morador quando ele estiver desfrutando do imóvel. Como exemplo podemos citar que a maioria dos condomínios já faz reutilização de água, relógios de água individuais, dentre outros.
- Facilidade na documentação: Comprar um imóvel é algo que pode gerar uma baita dor de cabeça. A burocracia, regulamentações, regras e leis muitas vezes são os principais fatores que prejudicam a compra e venda de imóvel no Brasil. Quando alguém faz a opção de comprar um imóvel na planta, toda documentação fica a cargo da construtora e os compradores não precisam se preocupar com nada disto!
- Instalações modernas e padronizadas: Esta é outra vantagem visto que as reformas do imóvel ocorrem em um período de tempo muito curto para agilizar as entregas. Portanto, com instalações modernas, padronizadas e novas tomadas certamente facilitam bastante a manutenção do imóvel.
- Maior facilidade para se desfazer do imóvel: É claro que quem compra um imóvel faz isto para viver durante toda a vida. Mas, caso o dono do imóvel pretenda (por algum motivo) se desfazer do mesmo, será bem mais fácil de ser vendido. Por conta de tantas vantagens, muitas pessoas dão preferência a imóveis que foram adquiridos a partir do projeto inicial.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Crédito Associativo- Rocca Maggiore 2 quartos em Itaipu

Vantagens do Crédito Associativo na aquisição do Lançamento Rocca Maggiore Itaipu!!!



Limite de renda familiar

Não há limite, entretanto só é permitido o comprometimento de no máximo 30% da renda familiar bruta com o encargo mensal.

Limites de financiamento

Fora do SFH - contratado apenas com taxa de juros pós-fixada:
  • Limite máximo: não há limite por unidade, sendo limitado à capacidade de pagamento do tomador.
  • Limite mínimo: R$ 15.000,00.

Limite de valor de avaliação do imóvel, pela CAIXA, para fins de enquadramento

  • Qualquer valor

Quota de financiamento

O percentual máximo de financiamento do valor do imóvel é de até 80%, incidindo sobre o menor dos valores, entre compra e venda e avaliação do imóvel efetuada pela CAIXA, respeitado o limite obtido na avaliação de risco de crédito.

Prazos

De construção:
  • Até 36 meses, contados da data da primeira assinatura de contrato do empreendimento.

Sistema de amortização

O proponente PF poderá optar por um dos sistemas de amortização quando financiamento de imóvel residencial:
  • Sistema de Amortização Constante - SAC;
  • Tabela Price - PRICE;
  • Sistema de Amortização Misto - SAM.
O proponente de financiamento de imóvel comercial poderá optar por um dos sistemas de amortização:
  • Sistema de Amortização Constante - SAC;
  • Sistema de Amortização Crescente - SACRE.