terça-feira, 25 de março de 2014

Lançamento 2 quartos em Itaipu - Rocca Maggiore

Lançamento Rocca Maggiore 2 quartos Itaipu


Fotos para Lançamento em Itaipu Rocca Maggiore


Ultimas unidades. Sucesso de vendas!!!!


Edifício composto por 6 pavimentos tipos, Somente 24 unidades tipo e 2 coberturas lineares, sendo 4 unidades por andar. Condomínio composto de apartamentos de 2 quartos sendo 1 suíte, varanda e 1 vaga de garagem.

Apartamentos com metragem variando entre 73,73m² a 76,01m². As coberturas lineares possuem metragem entre 122,89m² a 125,79m² com 2 vagas de garagem.

Preço Excelente! Crédito Associativo Caixa!!!





Priscilla Rangel
(21) 964245998
priscillarangel.corretor@gmail.com

quinta-feira, 20 de março de 2014

Lançamento Rocca Maggiore 2 quartos Itaipu

Lançamento 2 quartos Rocca Maggiore Itaipu.

Fotos para Lançamento em Itaipu Rocca Maggiore


Ultimas unidades. Sucesso de vendas!!!!


Edifício composto por 6 pavimentos tipos, Somente 24 unidades tipo e 2 coberturas lineares, sendo 4 unidades por andar. Condomínio composto de apartamentos de 2 quartos sendo 1 suíte, varanda e 1 vaga de garagem.

Apartamentos com metragem variando entre 73,73m² a 76,01m². As coberturas lineares possuem metragem entre 122,89m² a 125,79m² com 2 vagas de garagem.

Preço Excelente! Crédito Associativo Caixa!!!





Priscilla Rangel
(21) 964245998
priscillarangel.corretor@gmail.com

quarta-feira, 12 de março de 2014

Lançamento Rocca Maggiore Itaipu

)

Lançamento 2 quartos no Rocca Maggiore Itaipu

  

Trata-se de um edifício com apenas 24 unidades mais coberturas. Apartamentos de 2 quartos com suíte com varanda e 1 vaga. Metragem média de 76m². Crédito Associativo da Caixa!

Preço Médio: 377.000




















* Disponibilidade até a data de hoje ( reserva não significa venda).


701 - S1
702
601
602
603
604
501 - S7
502-S7
503
504
401 - S2
402 - S7
403
404
301 - S7
302 - S7
303
304
201 - S7
202
203
204
101 - S1
102
103
104
Reserva
Escriturado
Permuta



Priscilla Rangel

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Facilidades de Imóvel pela Caixa - Rocca Maggiore Itaipu 2 quartos

Com as facilidades da CAIXA, você compra agora a casa própria na planta ou em construção.



Comprar um imóvel na planta ou em construção tem como principais vantagens o preço mais acessível de acordo com sua renda e a certeza de receber, no final das obras, um imóvel novo. E essa aquisição fica ainda mais vantajosa para quem opta por uma das modalidades de financiamento oferecidas pela CAIXA.




Trata-se de um edifício com apenas 24 unidades mais coberturas. Apartamentos de 2 quartos com suíte com varanda e 1 vaga. Metragem média de 74m².

Preço Médio: 377.000
















Priscilla Rangel

(21) 964245998
priscillarangel.corretora@gmail.com

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Vantagens de morar em Itaipu - Lançamento Rocca Maggiore Itaipu


Lançamento 2 quartos no Rocca Maggiore 
Itaipu.


Apartamentos de 2 quartos financiados pelo crédito 
associativo da Caixa Econômica.


Unidades à partir de 377.000






Crescimento da região atrai moradores de cidades vizinhas e setor comercial. Com imóveis mais baratos e mais espaçosos em relação à Zona Sul, RO é boa opção para morar

Longe do vaivém dos bairros centrais de Niterói, a Região Oceânica continua sendo uma boa opção para pessoas que buscam mais qualidade de vida, com maior espaço e menos barulho, apontam especialistas. O local atrai principalmente moradores de cidades vizinhas, como São Gonçalo e Rio de Janeiro. Se antes a área era vista como um lugar isolado, a situação agora é outra. De acordo com o diretor da Grupo Imóveis, José Fernando Nunes, a maior quantidade de moradores do bairro atraiu o setor comercial.
“A Região Oceânica hoje já tem uma independência em relação ao Centro e Icaraí. O local já conta com uma infraestrutura de serviços e comércio, melhorando a vida de quem mora”, diz Nunes.
O administrador de empresas Ricardo Matias, de 59 anos, mora em Itaipu há 12 anos. Ele é um dos “imigrantes”. Veio de Alcântara, em São Gonçalo, e observou o crescimento da Região Oceânica na última década.
“Essa região continua muito tranquila, sem barulho de buzina o tempo todo nem aquela movimentação de pessoas, típica de Icaraí. Parece uma outra cidade dentro de Niterói”, avalia Matias.
Apesar do clima de tranquilidade, o local, assim como a maior parte da cidade, tem registrado um grande crescimento. Somente no ano passado, foram lançados cinco empreendimentos. Porém, o perfil no local não mudou. Segundo o diretor da Grupo Imóveis, 95% da região ainda é composta por casas.
“Houve muitos lançamentos imobiliários na Região Oceânica nos últimos anos, mas o perfil do local ainda é de casas e deve permanecer assim. Eu acredito que a Prefeitura não deve liberar a construção de edifícios com muitos andares”, diz Nunes.
Ainda de acordo com o diretor da Grupo Imóveis, apesar da objeção de alguns moradores, o lançamento de empreendimentos revitalizou algumas áreas, como no caso da entrada de Itacoatiara. “Ali era um local muito ruim, mal cuidado. Os lançamentos tornaram aquele lugar muito melhor, com mais movimento e melhor infraestrutura”.
A advogada Tatiana Coutinho, de 39 anos, é outra que se sentiu atraída pela Região Oceânica. Ela, que também morava em São Gonçalo, comprou um imóvel em Itaipu em busca de tranquilidade e melhores opções de serviço e lazer para ela, seu marido e principalmente para a filha de 3 anos.
“Onde eu morava não havia opções de lazer para minha filha, além do shopping. Na Região Oceânica temos a praia muito perto. Eu posso ir de bicicleta. E ainda tem menos movimento e mais espaço. Além disso, as melhores escolas estão abrindo filiais na Região Oceânica”, argumenta Tatiana.
Uma das queixas muito comuns de quem mora na Região Oceânica era o trânsito para chegar ao Rio e ao Centro da cidade. No entanto, para José Fernando Nunes, esses problemas estão sendo resolvidos com novas obras e medidas pontuais da Prefeitura.
“O trânsito realmente era um ponto que gerava muitas reclamações. Mas essa questão está sendo equacionada pela Prefeitura. Houve uma reengenharia por parte da prefeitura. Demorava-se mais de uma hora para chegar à Zona Sul. Agora, o tempo está em pouco mais de 30 minutos. A duplicação da Francisco da Cruz Nunes também vai desafogar ainda mais o trânsito”, diz.
A Região Oceânica também é uma boa opção também para investimento, avalia Nunes. Segundo ele, os preços dos imóveis são menores do que os praticados em outras regiões da cidade. “O aluguel de uma casa de bom nível está por R$ 2 mil. Os preços são bem menores do que os encontrados em outros bairros como Charitas e São Francisco”, conta.
Segundo o administrador de empresas Ricardo Matias, a procura do imóveis é bastante grande. Além do imóvel no qual mora, o administrador ainda possui outras duas casas que deixa alugada.
“Parece que as pessoas descobrem. Quando o contrato com um inquilino está terminando, outras pessoas começam a me procurar interessadas em alugar a casa. Eu não fico nem uma semana com o imóvel vazio. O mercado está muito aquecido”, constata Matias.
José Fernando Nunes explica que hoje, em média, um imóvel na Região Oceânica está saindo entre R$ 300 e R$ 400 mil. Tatiana Coutinho também foi atraída pelos preços mais em conta e perspectiva de crescimento e valorização do metro quadrado em Itaipu.
“O apartamento que compramos custou R$ 300 mil. Esse mesmo apartamento em outros bairros da cidade certamente estaria com valor bem mais caro. O custo-benefício compensou bastante. E isso também foi um grande atrativo para que comprássemos na Região Oceânica”, opina a advogada.
Já o personal trainer Daniel Amorim, que mora em Camboinhas há 12 anos, diz que a perspectiva de valorização também atrai.
“Para quem tem imóvel é interessante essa supervalorização, pois consegue no mínimo duplicar o valor investido”, opina.

O FLUMINENSE

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Lançamento 2 quartos Rocca Maggiore Itaipu

Vantagens Crédito Associativo da Caixa - Rocca Maggiore Itaipu

Crédito Associativo da Caixa - Rocca Maggiore Itaipu

Lançamento Rocca Maggiore Itaipu


Unidades à partir de 377.000




1. O que é o crédito associativo?

a. O crédito associativo é o financiamento à produção da Caixa que demanda a formação de um primeiro grupo, cujos financiamentos, FGTS e subsídio somam o custo da obra da primeira fase de torres mais toda a área comum do empreendimento.

2. Qual a diferença entre repasse e crédito associativo?

a.O repasse é o momento em que o cliente efetiva o financiamento junto à Caixa e ocorre somente após a entrega das chaves. Os incorporadores que fazem somente o repasse e não utilizam o crédito associativo não obtém os recursos para financiamento à produção da Caixa, mas de outras fontes de capital tais como abertura de ações em bolsa, adiantamento de recebíveis com bancos entre outros. Neste caso o incorporador demanda do cliente em torno de 30% do valor do apartamento até a entrega das chaves, pois não tem 100% do capital para financiamento da obra.

3. Porque o crédito associativo dá mais vantagens para o cliente?

a.Ele dá mais vantagens porque a Caixa efetua análise técnica e jurídica do empreendimento e mantém sob sua gestão os recursos necessários para a conclusão das obras e legalização do empreendimento, além de efetuar vistorias mensais na obra para liberação dos recursos. O cliente conta também com o Seguro de garantia de término de obra, além dos seguros que cobrem desemprego e morte e invalidez permanente, que no caso de morte ou invalidez permanente o financiamento é quitado.

4. Quais as “desvantagens” do crédito associativo?

a.A Caixa é bastante exigente e tem uma burocracia maior para aprovar o financiamento do cliente. Ela tem várias instâncias de aprovação e a documentação pedida para o cliente é bastante extensa, podendo o correspondente pedir repetidas vezes a mesma documentação ou outras que a Caixa venha a exigir, além de atualizações dos documentos entregues anteriormente. Por essas razões é possível que um empreendimento demore um pouco mais que o normal para ter suas obras iniciadas e o contrato com a Caixa assinado.

5. Porque a Caixa nega um financiamento, ou aprova um valor abaixo ou acima do proposto ?

a.A Caixa não divulga a política de crédito aplicada, entretanto ela deixa claro que o histórico de crédito, endividamento e até mesmo a conjuntura econômica influenciam na aprovação e definição de limites. Esta informação é confidencial e a Caixa não comunica as razões para o incorporador ou o cliente. Temos que apenas aplicar a decisão tomada por ela.

6. Quais são as requisições para o cliente ter o crédito aprovado pela Caixa e assinar o contrato?

a. Não ter o nome no SPC/Serasa até o dia da assinatura do contrato
b. Estar com a situação regular perante a Recita Federal
c.Documentação:
i. RG e CPF
ii. Certidão de casamento ou nascimento atualizada com menos de 3 meses
iii. Comprovante de endereço com no máximo 30 dias
iv. Declaração do empregador caso trabalhe fora do município onde está comprando o imóvel ou a sede da empresa não se situe no município.
v. Hollerith dos últimos 3 meses, com atualização mensal até a assinatura com a Caixa
vi. Declaração de IR caso o salário seja maior que R$ 1500.
vii. Ter renda LIVRE o suficiente para pagar o financiamento, porém esta é uma avaliação da Caixa. Para se obter a renda livre deve-se descontar outros financiamentos, parcelamentos de cartões, empréstimos com bancos, pensões, aluguel e outras contas básicas.

7. Porque a Conviva começa a montagem da pasta tão cedo?

a.O objetivo de começar a montagem de pasta tão cedo é economia de tempo. Quanto antes começarmos a montagem da pasta, mais cedo saberemos quais os cliente que terão mais chances de distratar ou serem reprovados pela Caixa, evitando assim a devolução de comissões e recolocação de unidade à venda, e atraso na formação do primeiro grupo para início das obras.

Obra

a.    Quando entregam meu imóvel?

Entrega na data garantida e explicitada no contrato e sob fiscalização da CAIXA. O prazo para entrega começa a contar a partir da assinatura do seu contrato de financiamento com a Caixa.

b.    O que preciso para entrar no meu apartamento?

Para entrar no apartamento você não pode estar em débito com a CEF ou com a CONVIVA!. Além disso é necessário que a prefeitura conceda um documento chamado “Habite-se” que autoriza o comprador do apartamento habitá-lo.

c.    Quais são as responsabilidades técnicas da construtora?

1.    Qualidade e funcionamento das instalações;
2.   Garantia dos materiais implantados e não alterados pelo morador. Cada material tem uma data de validade conforme tabela da Associação Brasileira de Normas Técnicas ( ABNT).
3.   Lembramos que a manutenção do imóvel é de responsabilidade do condomínio, para o qual a CONVIVA! entregará um manual, para moradores e primeiro síndico eleito.

d.    Quando recebo minha escritura?

Assim que assinado o contrato com a CEF, você receberá a escritura de fração ideal (pois na compra do imóvel na planta, ele ainda será construído) alienada para a CEF.  Nos casos de clientes que financiarem direto com a CONVIVA! receberão a escritura ao término dos pagamentos.



Priscilla Rangel

(21) 77577620
priscillarangel.corretora@gmail.com

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Rocca Maggiore Itaipu - Valorização dos imóveis na planta


Valorização de Imóvel na Planta - Lançamento Rocca Maggiore Itaipu!!!
Apartamentos 2 quartos com suíte, varanda, área de lazer na cobertura!!!



Imóveis comprados na planta podem ter valorização de até 70% durante a obra. Com o mercado imobiliário aquecido, compras de lançamentos têm se tornado cada vez mais comuns e vantajosas.



Prédio em construção

O mercado imobiliário aquecido aumentou o número de lançamentos de imóveis, e a compra deles ainda na planta tem se tornado uma alternativa cada vez melhor. Segundo o delegado do Conselho Regional dos Corretores de imóveis de Juiz de Fora (Creci/MG), Ronaldo Tomaz, essa prática possibilita programar os gastos e adquirir o imóvel ideal, além de ganhar com uma valorização de até 70%.

De acordo com Tomaz, o imóvel é comprado no valor do mercado da época e parcelado ao longo da obra. No entanto, ao longo desse período, a valorização supera o valor da compra. "O reajuste das parcelas ao longo da obra é de acordo com o Índice Nacional da Construção Civil (INCC), que está girando em torno de 5% a 6%. O imóvel pode ter uma valorização de 70%. Um exemplo é um apartamento no Estrela de Sul, de dois quartos, comprado por R$ 140 mil e que, após o término da obra, valia R$ 250 mil."

Tomaz explica que essa prática tem se tornado comum, por causa das facilidades encontradas no mercado. "Além de estar aquecido, o mercado está criando facilidades para os compradores. Com o crescimento dos lançamentos, essa prática tem se tornado mais comum. Através da compra na planta, é possível encontrar imóveis na localização e condições ideais."

O corretor aponta a facilidade nas condições de pagamento. Segundo ele, hoje em dia, é possível comprar um imóvel com um sinal pequeno. "Já existe sinal de R$ 10 mil a R$ 40 mil e o restante dividido em parcelas. Com isso, o comprador consegue programar o pagamento ao longo da obra e não se complicar." Tomaz afirma que a única desvantagem é o cliente não poder ocupar o imóvel no ato da compra.

Segundo Tomaz, não existe um perfil de compradores de imóveis na planta. "Hoje em dia a procura maior está em imóveis de até R$ 250 mil e, normalmente, são pessoas que desejam comprar em algum lugar específico. Temos muitos casos de estudantes que chegam a Juiz de Fora e percebem que é melhor comprar do que alugar. O preço da prestação é semelhante ao do aluguel e ele ainda vai ser proprietário do imóvel, que terá valorização."

Os bairros São Mateus, Alto dos Passos, Bom Pastor, Granbery e São Pedro são os apontados como os que possuem mais lançamentos. "Existe obra em todas as regiões, mas essas são as principais. O bairro São Pedro tem tido muitas construções."

Cuidados

Apesar de ser um negócio atraente, Tomaz alerta que é necessária preocupação no ato da compra. Segundo ele, é preciso conferir se a planta do imóvel e o acabamento estão registrados em cartório, para que não haja mudanças no projeto. Além disso, o consumidor deve estar atento à incorporação da planta. "Imóveis na planta só podem ser vendidos se tiverem incorporação imobiliária. Através dela existe comprometimento da construção."

Também é preciso ter cuidado com os registros dos profissionais envolvidos na compra. Tanto o corretor quanto a imobiliária devem ser cadastrados no Creci. "Com o mercado aquecido, existem muitas pessoas se passando por corretores ou se aventurando em construir prédios."

Com esses cuidados, é possível evitar preocupações durante e depois da obra. Tomaz comenta que em casos de atrasos, por exemplo, é possível que os compradores do imóvel se unam para pedir a saída da construtora da obra. "Obviamente que existem todos os trâmites legais, mas pode acontecer." No entanto, ele aponta que há alguns atrasos que já são previstos na obra. "Períodos longos de chuvas e a falta de profissionais podem causar paralisações. Infelizmente, a falta de profissionais tem atingido bastante."

Documentação

De acordo com o corretor, não existe diferenças na documentação necessária para a compra de imóveis na planta, em relação aos que já estão prontos. Tomaz comenta que o comprador gasta em torno de 4% a 5% do valor do imóvel com documentos. "Em um apartamento de R$ 200 mil, os gastos com documento devem chegar R$ 7 mil a R$ 8 mil." Segundo ele, já existem bancos que disponibilizam financiamento desse valor.






Priscilla Rangel
(21) 964245998
priscillarangel.corretora@gmail.com